terça-feira, 20 de novembro de 2012

Olhar

Sentei-me no teu Olhar,
Imaginei-te quase nua!
Tom brilhante e sabor  mar,
Bem desenhado pelo traço da pintura!

Duro, terno e de cor avelã,
Apaixona-me a cada instante!
Faz-me querer o Amanhã,
É intenso, quente mas relaxante!

Perdido nele permaneço.
É labirinto de caminhos sem fim!
Não desisto! Cedo! Adormeço,
Nesse Olhar que é só para mim!

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

Aquele Grito!

Aquele Grito...

(que dás)

De Amor e de Loucura,
De Prazer e de frescura,
De Felicidade e amargura,
De brutalidade e ternura,
De sombra fria e escura,
De voz gélida e madura,
De alimento e de secura,
De algo, que bom augura,
De sentimento que perdura,
De doença boa, mas sem cura,
De bala que não entra, mas perfura,
Do meu capaz, à tua altura,
Da tua confiança cega e segura,
À minha verdade crua e dura..

Teu pensamento fica infinito,
N'aquele Grito!