terça-feira, 17 de abril de 2012

Um café!

Que imagem é aquela!
Que se esfuma pelos caminhos.
Que se derrete como vela,
que me deixa a sós com ela,
que nos põe ali sozinhos!

É retrato do que não vejo.
É a palavra do que não sinto.
É fantasia, monotonia, é bocejo.
É algo que não quero mas desejo.
É caminho fácil, onde minto!

Pode ser uma mudança.
Pode ser aquilo que não é.
Pode ser uma esperança.
Pode ser a tua lembrança.
Poder ser a Lua, o teu cheiro, um café...