Sentei-me no teu Olhar,
Imaginei-te quase nua!
Tom brilhante e sabor mar,
Bem desenhado pelo traço da pintura!
Duro, terno e de cor avelã,
Apaixona-me a cada instante!
Faz-me querer o Amanhã,
É intenso, quente mas relaxante!
Perdido nele permaneço.
É labirinto de caminhos sem fim!
Não desisto! Cedo! Adormeço,
Nesse Olhar que é só para mim!
terça-feira, 20 de novembro de 2012
quinta-feira, 15 de novembro de 2012
Aquele Grito!
Aquele Grito...
(que dás)
De Amor e de Loucura,
De Prazer e de frescura,
De Felicidade e amargura,
De brutalidade e ternura,
De sombra fria e escura,
De voz gélida e madura,
De alimento e de secura,
De algo, que bom augura,
De sentimento que perdura,
De doença boa, mas sem cura,
De bala que não entra, mas perfura,
Do meu capaz, à tua altura,
Da tua confiança cega e segura,
À minha verdade crua e dura..
Teu pensamento fica infinito,
N'aquele Grito!
(que dás)
De Amor e de Loucura,
De Prazer e de frescura,
De Felicidade e amargura,
De brutalidade e ternura,
De sombra fria e escura,
De voz gélida e madura,
De alimento e de secura,
De algo, que bom augura,
De sentimento que perdura,
De doença boa, mas sem cura,
De bala que não entra, mas perfura,
Do meu capaz, à tua altura,
Da tua confiança cega e segura,
À minha verdade crua e dura..
Teu pensamento fica infinito,
N'aquele Grito!
terça-feira, 17 de abril de 2012
Um café!
Que imagem é aquela!
Que se esfuma pelos caminhos.
Que se derrete como vela,
que me deixa a sós com ela,
que nos põe ali sozinhos!
É retrato do que não vejo.
É a palavra do que não sinto.
É fantasia, monotonia, é bocejo.
É algo que não quero mas desejo.
É caminho fácil, onde minto!
Pode ser uma mudança.
Pode ser aquilo que não é.
Pode ser uma esperança.
Pode ser a tua lembrança.
Poder ser a Lua, o teu cheiro, um café...
quarta-feira, 11 de janeiro de 2012
Mais ninguém
À distância do olhar,
Sente-se o medo por dentro.
Ao ver-te assim chegar,
Longe do sentimento.
Perante a mera ousadia,
Nada sai do seu lugar,
Nem aquilo que sentia
Nem o Sol, nem a Chuva, só o Luar!
"O tempo corre incerto,
Nas asas do teu olhar.
Não quero o que é correcto
Tenho medo de falhar!"
O que fizemos não volta atrás..
O que fazemos, tem de ser feito.
Do Amanhã somos capaz..
Promessas de mão ao peito!
É melodia, é querer
É a chuva do Inverno,
É mão cheia de nada
É amor de tempo Moderno!
No final tudo é em vão?!
A promessa foi quebrada.
É saber como dói um Não.
É saber que sofremos com nada!
Com a paciência do teu saber
Aprendo a ser outro alguém,
Choro lágrimas de prazer,
Sou Eu, e mais ninguém!
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